
Giros, giros, giros. Sorriso, calafrio, olho fechado. Segurar-se em um dos cavalos daquele carrossel seria a melhor forma de representar segurança... Segurança? Desde quando ela é segura?! Onde já se viu uma pessoa que não sabe o que quer, ser segura? Ela não estava ali como os outros. Aquele "abraço" no brinquedo não era como os dos outros. Era o aperto de quem sentia um aperto. E esse aperto dava a Maria vontades. Vontade de chorar, de gritar... E parece que quando algo não está bem, sempre aparece algo para ajudar a piorar a situação. De repente, parou de tocar a música feliz (Que sempre tocam nos parques). Ela ouvia aquele solo e não queria crer no que ouvia.
" Because the world is round, i'ts turn me on... Aaaah..."
A cada sílaba, uma lágrima. A cada volta, mais certeza de que tudo na vida não passa de um ciclo. E aquele amor que lhe causou o tal aperto, era o mesmo que brincar nas voltas do carrossel: primeiro vem o encanto, depois o momento tédio e depois acaba. Secou suas lágrimas, pensou em morrer. Morrer para quê? Seria adiantar mais um ciclo na sua vida! Fechou os olhos e deixou o tempo passar...
(Ignorem esse texto, escrevi num domingo tedioso, ouvindo a música que já disse).
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Mudei o banner, as cores... tudo provisório! Ainda não estou satisfeita... Beijos para todos, irei postar mais vezes!